Orbitra is a top-down pixel art space game about the loop of a lonely miner: leave the base, fly across the sector, enter a planet's orbit, extract its resources and make it back alive to sell them. Every trip pays for something new: a faster engine, a bigger hold, a stronger shield or a whole new ship.

This is a free demo. You get a smaller version of the first universe, the Void hull plus the entry ship of each fleet, and the three ship specials. The full game is coming to Steam.

Features

  • Real orbits and real risk — brake, enter orbit, extract. Run out of fuel and you'll have to pay a tug to bring you home (with gold, cargo or hull).
  • Three ship families, three specials — the modular Void with Aegis (invulnerability), the Kla'ed with Shockwave and the Nairan with Homing Salvo.
  • Nautolan raiders guard the richest planets. Cratered asteroids break apart and drop ore; destroyed enemies drop fuel, repairs and weapon boosts.
  • Trade and storage at the base: sell exactly what you want, keep the rest safe in storage.

In the full game

  • 4 universes with their own mechanics (nebulas that hide you, gravity wells that pull you in), then The Infinite: a post-game where resources and enemies respawn and a Nautolan Dreadnought waits.
  • 13 ships, Void parts (engines, weapons, shields), ammo and upgrades for every ship.
  • Mining fleet: recruit miners that work for you — and protect them when they're under attack.
  • Your demo progress (PC download) can be imported into the full game.

Controls

  • W / ↑ — thrust (uses fuel)
  • A D / ← → — turn
  • S / ↓ — brake
  • Space — fire
  • Q / Shift — ship special
  • E — dock at the base · enter and leave orbit
  • F — extract (in orbit)
  • R — call the tow (out of fuel)
  • Esc — pause

Keyboard only for now. The language (English / Português) can be changed in the main menu.

Saving: the browser version saves in your browser; the Windows download saves on your PC (and that save can be imported into the full game later).

Feedback is very welcome — leave a comment below and tell me what you liked and what felt slow or confusing!

Credits

Art by Baldur (Foozle, CC0), Useless Pursuit, Deep-Fold (Pixel Planet Generator), ancient-inscriptions and Nikoichu; UI by Kenney; font Pixelify Sans; music and sounds by Cleyton Kauffman, SRG774, Juhani Junkala, MintoDog and Kenney. Full credits and licenses are in the game's Credits screen. The logo was made with AI assistance and hand-edited. Made with Godot Engine.


Português

Orbitra é um jogo espacial em pixel art, visto de cima, sobre a rotina de um minerador solitário: sair da base, cruzar o setor, entrar na órbita de um planeta, extrair seus recursos e voltar vivo para vender. Cada viagem paga algo novo: um motor mais rápido, um porão maior, um escudo mais forte ou uma nave inteira.

Esta é uma demo gratuita. Você joga uma versão reduzida do primeiro universo, com o casco Void, a nave de entrada de cada frota e os três especiais. O jogo completo vai sair na Steam.

Destaques

  • Órbita de verdade, risco de verdade — freie, entre em órbita, extraia. Se o combustível acabar, você paga um rebocador para voltar (com ouro, carga ou fuselagem).
  • Três famílias de naves, três especiais — o Void modular com a Égide (invulnerabilidade), as Kla'ed com a Onda de Choque e as Nairan com a Salva Teleguiada.
  • Saqueadores Nautolan vigiam os planetas mais ricos. Asteroides com crateras quebram e soltam minério; inimigos destruídos soltam combustível, reparo e arma turbinada.
  • Comércio e armazém na base: venda a quantidade exata e guarde o resto em segurança.

No jogo completo

  • 4 universos com mecânicas próprias (nebulosas que escondem você, poços de gravidade que puxam) e depois O Infinito: um pós-jogo em que recursos e inimigos renascem e um Dreadnought Nautolan espera.
  • 13 naves, peças do Void (motores, armas, escudos), munições e melhorias para cada nave.
  • Frota de mineração: recrute mineradoras que trabalham para você — e proteja-as quando forem atacadas.
  • O progresso da demo (versão para PC) pode ser importado no jogo completo.

Controles

  • W / ↑ — acelerar (gasta combustível)
  • A D / ← → — girar
  • S / ↓ — frear
  • Espaço — atirar
  • Q / Shift — especial da nave
  • E — atracar na base · entrar e sair da órbita
  • F — extrair (em órbita)
  • R — chamar o guincho (sem combustível)
  • Esc — pausa

Só teclado, por enquanto. O idioma (English / Português) muda no menu inicial.

Save: a versão do navegador salva no navegador; a versão para Windows salva no PC (e esse save pode ser importado no jogo completo).

Sua opinião ajuda muito — comente abaixo o que gostou e o que pareceu lento ou confuso!

Créditos

Arte de Baldur (Foozle, CC0), Useless Pursuit, Deep-Fold (Pixel Planet Generator), ancient-inscriptions e Nikoichu; interface de Kenney; fonte Pixelify Sans; músicas e sons de Cleyton Kauffman, SRG774, Juhani Junkala, MintoDog e Kenney. Créditos completos e licenças na tela de Créditos do jogo. A logo foi feita com auxílio de IA e ajustada à mão. Feito com Godot Engine.

Updated 1 day ago
Published 4 days ago
StatusIn development
PlatformsHTML5, Windows
Authorvitorconde
GenreAction
Made withGodot
Tags2D, Exploration, mining, Pixel Art, Sci-fi, Shoot 'Em Up, Singleplayer, Space, spaceship, Top-Down
AI DisclosureAI Assisted, Code, Graphics, Text

Download

Download
Orbitra_Demo_Windows_v0.2.5.zip 65 MB

Development log

Comments

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-A movimentação pra mim foi o grande ponto forte do jogo, driftar de nave é muito gostosinho, inclusive acho a existência do freio um pecado. É muito satisfatório desacelerar acelerando na direção oposta.

-O mapa é muito pequeno considerando a temática espacial, sabe?, ”ao infinito e além!”. Eu entendo que o player tem que voltar, e o combustível é limitado, mas estou dando o problema não a solução.

-Orbitar poderia ser mais orgânico e realista, aproveitando a dirigibilidade. Se o player tivesse que se manter em uma zona de órbita, sem freio e com o planeta exercendo gravidade variável, seria muito mais interessante. 

-Alguns elementos como as luas, poderiam ter colisão também, fica meio inconsistente atravessar eles.

-O buraco negro poderia ser uma ameça, puxando o jogador caso se aproxime demais

Enfim, gostei muito do projeto, a movimentação é muito boa, aproveite ela ao máximo, e tente dar mais liberdade de exploração ao player. Uma parede limitando o universo quebra muito a temática de exploração espacial.

Valeu demais pelo comentário, Danger_XP! Ficou bem detalhado e me ajudou muito.

Fico feliz que o drift tenha funcionado, porque foi a parte em que mais mexi. Tem razão sobre o freio: desacelerar virando a nave e acelerando ao contrário é bem mais gostoso. Ele continua lá para quem ainda está pegando o jeito, mas a física deixa você jogar sem ele.

virando a nave e acelerando ao contrário é bem mais gostoso. Ele continua lá para quem ainda está pegando o jeito, mas a física deixa você jogar sem ele.

Sobre o mapa: a demo usa um pedaço reduzido do primeiro universo. No jogo completo o mapa tem o dobro do tamanho em cada direção, e dá para saltar entre universos, cada um com uma mecânica nova. Mas entendi o problema da parede, e você está certo: um retângulo vermelho quebra a sensação de espaço infinito. Vou pensar num limite que faça sentido dentro do tema.

A órbita manual com gravidade variável é uma ideia muito boa e combina com o drift. Num dos universos do jogo completo já existem poços de gravidade que puxam a nave, então tem base para experimentar. A colisão das luas e o buraco negro puxando o jogador também anotei, faz todo sentido. Vou implementar essa sua sugestao e realizar alguns testes para ver como fica hehe :) 

Valeu de novo por jogar e escrever tudo isso! <3